sábado, 12 de novembro de 2011

Vozes e violões de Caê e Gadú

No fim do ano passado, Caetano Veloso e Maria Gadú se apresentaram em noite que lotou o Teatro Guararapes. Há pouco menos de um ano. Pouca coisa mudou. Cenário e roteiro permaneceram intactos. No repertório, algumas alterações. Por volta das 22h40, a dupla de artistas de diferentes gerações musicais começou o show para um Chevrolet Hall quase lotado, na noite da sexta-feira.

Fotos: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Depois de cantarem Beleza Pura, o baiano sai do palco. É a vez dela. Maria Gadú se mantém emocionada e emocionando na turnê. O “brigada, gente” (sic), dito de forma doce ao término de algumas músicas, continua. Momento para a cantora e público compartilharem músicas como Altar Particular, Tudo diferente, Bela Flor e até Amor de índio, sucesso de Beto Guedes, e trechos de Jack Soul Brasileiro, de Lenine.

Após cantar Podres poderes, Caetano volta. É a vez deles. O dueto segue passeando por músicas como O Quereres e Sampa. É a vez dele (en)cantar. No momento dele, Milagres do povo, De noite na cama, Alegria, alegria e Sozinho. Optou por pouca conversa com a plateia e, naturalmente, satisfez o público mesclado por seus fãs e admiradores dela. Cantando Shimbalaiê, convida a parceira a voltar ao palco.

Juntos, Caetano Veloso, Maria Gadú e público se emocionaram com hits, como Rapte-me camaleoa, Vaca profana e Odara. Para encerrar, Nosso estranho amor, A gente vai levando e o abraço carinhoso da dupla, como forma de agradecimento mútuo.

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